sábado, 25 de julho de 2009

FELIPE MASSA

Este blog tem o propósito de mostra a fragilidade da vida humana e como somos passageiros como uma brisa no ar, ou uma onda no mar. Somos frágeis como papelão, que pode ser rasgado e picado.

Hoje, dia 25 de julho de 2009, na Hungria, o piloto de Formula I, Felipe Massa do Brasil, sofreu um acidente que quase causou-lhe a morte ou a perda de uma visão. Uma peça desprendeu-se de um outro carro, provavelmente do Rubinho Barrichelo e logo atrás vinha a Ferrari de Massa que estava fazendo a tomada de tempo para a corrida do dia seguinte, talvés estava a duzentos e cinqueta quilometros por hora.

Nesta velocidade a mola ou parafuso ao atingir o capacete do piloto brasileiro tinha quase a força de um tiro de arma de fogo. Massa teve o seu capacete danificado e fratura da testa, com o impacto, ele desmaiou e a ferrari seguiu em velocidade até bater a 90 graus em uma barreira de pneus.

Massa foi levado de helicoptero para o hospital militar de Pudapeste e operado para retirar os fragmentos de ossos da testa.





Um comentário:

Fabio Leal disse...

Quem somos

Somos tecidos com fios de espera, abraço, sossego e despedida. Contingência e certeza se misturam no caldeirão alquímico da esperança. Somos susto e descanso, sombra e luz, tragédia e comédia, acerto e erro.

Somos talhos na ardósia da transitoriedade. Nada além de contos ligeiros. Trágicos, descemos escarpas. Inebriados, invejamos o devaneio das águias. Inconsequentes, bailamos na beira dos abismos. Tolos, criamos eufemismos para driblar a morte.

Somos esboços de imaginações, fantasias e delírios. Fugimos dos absurdos que nos esbofeteiam. O absurdo da miséria, afastamos para além-mar; o absurdo da guerra, explicamos com muitos argumentos; o absurdo da injustiça, creditamos à Providência. Realistas, peitamos o mal. Obtusos, massacramos os indefesos. Altruístas, amamos o estrangeiro.

Somos réstias de desejos, vontades e expectativas. Asseamos o coração dos germens da maldade. Fazemos poesia com as estrelas e amor com a lua. Encaramos o sol e transformamos o arco-íris em mais que um arco-íris. Emocionados, soluçamos com a ternura. Brindamos momentos efêmeros mesmo que depois os joguemos na gaveta da amnésia. Inconformados, esbravejamos como a afobação dos anos. Confessamos às paredes que amamos viver.

Somos deslumbres de mistérios, eternidades e infinitudes. Não nos contemos dentro das sebes. Irrequietos, repensamos roteiros. Não nos conformamos com as demandas monárquicas. Rebeldes, imaginamos outro Reino. Corajosos, encaramos a sina do possível não-ser. Espezinhamos a fatalidade. Cientes que não passamos de poeira, nos autoproclamamos profetas da nova terra e do novo céu.

Soli Deo Gloria.