sábado, 27 de junho de 2009

MORTE DE MICHAEL JACKSON


Ao final da sua vida, Michael Jackson já não tinha mais aparência humana, vagamente um humanóide.



O SATANISMO, O MÍSTICO, E AS TREVAS EXERCIAM UMA CERTA ATRAÇÃO A MICHAEL JACKSON, NO FILME MOONWALKER, ELE INCORPORA UM COELHO E CANTA:"demônio veloz".



EM SUA CAMINHADA MICHAEL JACKSON ENTROU EM DUAS FALSAS RELIGIÕES PARA SE CHEGAR A DEUS: AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E O ISLAMISMO.


A INSANIDADE DO HOMEM, POR MEIO DE CIRURGIAS PLÁSTICAS FOI ALTERANDO SUA FISIONOMIA ATÉ FICAR IRRECONHECÍVEL



O CORPO DO ÍDOLO POP SENDO TRANSLADADO DEPOIS DA MORTE


FÃS DE MICHAEL JACKSON RENDENDO-LHE TRIBUTO.

2 comentários:

Anônimo disse...

foi dolorosa a morte dele, e foi sofredora da parte dele as cirurgias q passou, o q fazer? ele canta pra caramba e é um idolo mundia, isso é q importa, q pena q ja se foi deixando muitas perguntas ao ar pelo lado do publico,
brunolemos94@yahoo.com.br

Fabio disse...

A vida

A vida é emoção. Apaixonados, lutamos contra os dias que escorrem como água entre os dedos. Imprecisa, não-evidente, enviesada, carente de construção, a vida espera ser talhada por artesãos. No caldo da angústia universal, confia que alquimistas transformarão atrevimento em circunspeção. Quer converter Valquírias em Marias, bárbaros em samaritanos.

A vida é mistério. De onde vem o sentimento de beleza? Por que entesouramos os instantes delicados do passado? Por que a morte desfigura e esfumaça os olhos? Para onde se expande a margem extrema do universo? Que mecanismo impede a mente de ressentir dores? Por que nos vemos como outra pessoa nos sonhos, mas sempre sendo nós?

Infelizmente começamos com afirmações e esquecemos as perguntas. Não transformamos os pontos de interrogação em lupas. Presunçosos, não carregamos o pente fino da dúvida no bolso do colete. Cegos, temos medo das aporias. Desistimos dos porquês infantis e ficamos com as certezas que nos entorpecem.

A vida é triste. Agonizamos com a lama burocrática que encobre o vilarejo pobre. Impotentes, tentamos resistir o mal sistêmico que prescinde das pessoas. Não entendemos como as elites conseguiram inventara o motor-contínuo para energizar a máquina da injustiça. Perdidos, procuramos fazer com que bondade e misericórdia não desapareçam do vocabulário religioso. Abatidos, vemos a sordidez sentar na cadeira da polidez. A implacabilidade ganhar da bondade. A ambigüidade moral amordaçar a solidariedade.

A vida é bela - e sempre desejável, dizia o poeta. O dilúvio não descolore a aquarela que se refrata na neblina. Homens e mulheres continuam a esperar por um novo céu e uma nova terra, onde crianças brincam com serpentes. Percebemos o divino no bailar da folha enamorada do vento. Celebramos a formosura de viver no ancião que planta uma árvore, na mãe que ensina a filha surda a falar com as mãos, no menino que, na capoeira, faz da luta uma dança.

A vida é trágica. Subimos no palco sem roteiro. Não passamos de atores sem texto para decorar. Personagens que atuam sem noção do instante que as cortinas descerão. Contracenamos com gente que acabamos de encontrar. Vez por outra escutamos apupos e procuramos as máscaras sorridentes, que disfarçam os constrangimentos. Sem coxia, não temos para onde correr. Assumimos diferentes papeis mesmo sabendo que a tragédia é inevitável. Sofremos. Quando nos acostumamos com os holofotes, o diretor grita: acabou o espetáculo.

Fabiolealsouza@hotmail.com
Soli Deo Gloria