domingo, 29 de março de 2009

ACIDENTES DE AUTOMOBILISMO

CHRISTIAN KLIEN (RED BULL0 BATE COM VIOLÊNCIA APÓS "PERDER A TRASEIRA" DO CARRO NUMA FREIADA NO INÍCIO DA PROVA
Campeonato Mundial de Fórmula 1 de 2006 -
3ª etapa - GP da Austrália (Melbourne)
02 de abril de 2006 - 01:00h




Escrito por Ricardo Lampert em 12 Junho 2007

O piloto Robert Kubica, da BMW-Sauber, sofreu um grave acidente na chegada da curva do grampo do circuito Gilles Villeneuve na disputa do GP do Canadá disputado no último domingo. O polonês ao tentar ultrapassar Jarno Trulli (Toyota), tocou o italiano, escapou, foi à grama, quase pegou a traseira do carro (Toro Rosso) de Scott Speed, que estava estacionado no lado interno, foi de encontro ao muro e capotou. Seu carro foi catapultado para o outro lado da pista, foi ao guard-rail com a parte de baixo do F1.07 e assim parou.





POR LUI CARLOS AZENHA (VIOMUNDO.COM.BR)
O carro capotou várias vezes e ficou despedaçado. Dentro dele estava Greg Moore, de 24 anos de idade. Fui repórter de automobilismo durante seis anos. Vi acidentes trágicos. Foi pela tevê que soube da morte do canadense Greg, nas 500 Milhas de Fontana, na Califórnia, no dia 31 de outubro de 1999.

Ele foi levado de helicóptero para o hospital, com graves ferimentos na cabeça. Difícil acreditar que já não estivesse morto. Meses antes eu havia deixado de acompanhar as corridas. Foi um choque pessoal ver a morte de alguém com quem convivi tanto tempo, talvez a mesma sensação que os brasileiros tiveram ao assistir a morte de Ayrton Senna, em Ímola.

Aliás, em várias entrevistas que fiz com Greg Moore ele disse que seu ídolo de infância tinha sido Ayrton Senna. Quando conheci Greg, ele era um garoto divertido, que causava controvérsia nas pistas. Colegas achavam que era muito abusado. O canadense se destacou desde que ingressou na IndyLights, a categoria de iniciantes.

Foi um sucesso instantâneo. Demonstrava ousadia. Campeão da categoria, foi contratado para enfrentar os veteranos. Não se intimidou. Logo estava disputando as curvas de igual para igual. Fora da pista, gostava de molecagens. Com os brasileiros Christian Fittipaldi e Tony Kanaan, formou um trio impagável. Era diversão garantida quando nos encontrávamos. Na hora do trabalho, Moore entrava em outro mundo



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